CRESCER INFANTIL, JUVENIL:É IMPORTANTE SE LEVAR EM CONTA TEMPO DE FORMAÇÃO MÁXIMA DURANTE PROCESSO.

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CRESCER INFANTIL, JUVENIL: CADA ESPORTE É CARACTERIZADO POR EXIGÊNCIAS ATLÉTICAS ESPECÍFICAS QUE FAVORECEM UM ÓTIMO SOMATOTIPO PARTICULAR; DR. JOÃO SANTOS CAIO JR. ET DRA. HENRIQUETA V. CAIO; ENDOCRINOLOGIA-NEUROENDOCRINOLOGIA-FISIOLOGIA.

O tempo de formação máxima durante o processo de crescimento é particularmente importante. Por exemplo, nas ginastas, a intensidade máxima de treinamento coincide com o período de desenvolvimento puberal, enquanto nos indivíduos masculinos, o maior esforço físico é exigido no final da puberdade. A intensidade do treinamento, dentro do mesmo esporte, aumentou substancialmente ao longo das últimas décadas, devido às exigências para registros mais altos. Por exemplo, sabe-se que atualmente são formados intensamente muito mais ginastas do que anteriormente, geralmente com treinamento de 26 a 28 horas por semana, em comparação a 15 horas durante os anos setenta e 20 horas, durante a década de oitenta. Esportes que exigem um rigoroso controle de entrada de energia em combinação com uma saída de alta energia são particularmente preocupantes. Portanto, não é razoável generalizar quando se busca identificar o impacto particular da atividade de cada esporte em crescimento linear. Os atletas que necessitam de treinamento físico intensivo durante a infância e a adolescência são principalmente ginastas (tanto rítmica e artística) e, em menor medida, os lutadores, remadores, atletismo, tenistas e nadadores. A Ginástica Rítmica (GR) e a Ginástica Artística (GA) são dois esportes distintos dentro do campo da ginástica. Seu programa inclui exercícios específicos e requer habilidades especiais e distintas. Cada esporte é caracterizado por exigências atléticas específicas que favorecem um ótimo somatotipo particular. Um indivíduo de membros curtos teria maior vantagem mecânica no desempenho de ginástica artística, enquanto um indivíduo de pernas compridas poderia se beneficiar em ginástica rítmica. De fato, as pontuações de desempenho em ginastas artísticas femininas de elite são negativamente correlacionadas com o grau de adiposidade ou endomorfia (Endomorfia se refere a gordura relativa, apresentando como principais características corporais o arredondamento das curvas corporais) do indivíduo.

É razoável, poranto, para treinadores selecionarem os indivíduos que melhor correspondem aos critérios antropométricos adequados para cada esporte. Os critérios de seleção de um esporte específico para ginástica artística sugere que a baixa estatura com membros relativamente curtos, ombros largos e quadris estreitos é derivada de predisposição genética e não de um resultado da atividade esportiva específica . Portanto, a predisposição genética deve ser sempre levada em conta quando se estuda o impacto da ginástica sobre o crescimento.
Dr. João Santos Caio Jr.
Endocrinologia – Neuroendocrinologista
CRM 20611

Dra. Henriqueta V. Caio
Endocrinologista – Medicina Interna
CRM 28930

Como saber mais:
1. Caso o crescimento apresente uma defasagem desde a face escolar, onde seu filho já é o menor da turma de coleguinhas, já é um sinal de alerta que algo não vai bem…
http://hormoniocrescimentoadultos.blogspot.com.

2. O crescimento costuma ser estável na fase escolar, podendo ocorrer um novo período de desaceleração do crescimento de crianças, infanto–juvenis ou adolescentes durante os anos que precedem o início da puberdade…
http://longevidadefutura.blogspot.com

3. Alguns autores têm sugerido que crianças, infanto-juvenis e adolescentes com RCCP-retardo constitucional do crescimento e da puberdade, apresentam estatura alguns centímetros abaixo da estatura familiar e da prevista no início do acompanhamento…
http://imcobesidade.blogspot.com

AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA.

Referências Bibliográficas:
Caio Jr, João Santos, Dr.; Endocrinologista, Neuroendocrinologista, Caio,H.V., Dra. Endocrinologista, Medicina Interna – Van Der Häägen Brazil, São Paulo, Brasil; Tanner JM, 1989 Fetus into Man: Physical growth from conception to maturity. Cambridge, MA: Harvard University Press; Sinclair D, 1978 Human growth after birth. London: Oxford University Press, pp, 140-159; Rogol AD, Roemmich JN, Clark PA, 2002 Growth at puberty. J Adol Health 31: 192-200; Smith DW, 1977 Growth and its disorders. Philadelphia: WB Saunders Co; Tanner JM, (ed) 1962 Growth at adolescence, 2nd Ed. Oxford: Blackwell; Tanner JM, 1986 Growth as a target-seeking function: catch up and catch down growth in man. In: Human growth. Falkner F, Tanner JM, (eds), vol 1. New York: Plenum Press, pp,167-179; Claessens A, Lefevre J, Beunen G, Malina RM. 1999 The contribution of anthropometric characteristics to performance scores in elite female gymnasts. J Sports Med Phys Fitness 39: 355-360; Buckler J, Brodie D, 1977 Growth and maturity characteristics of schoolboy gymnasts. Annals Hum Biol 4: 455-463; Caldarone G, Leglise M, Giampietro M, Berlutti G, 1986 Anthropometric measurements, body composition, biological maturation and growth predictions in young female gymnasts of high agonistic level. J Sports Med 26: 263-273; Claessens AL, Malina RM, Lefevre J,Beunen G, Stijnen V, Maes H, Veer FM, 1992 Growth and menarcheal status of elite female gymnasts. Med Sci Sports Exercise 24: 755-763; Jost-Relyveld A, Sempe M, 1982 Analyse de la croissance et de la maturation squelettique de 80 jeunes gymnasts internationaux. Pediatrie 37: 247-262; Smit PJ, 1973 Anthropometric observations on South African gymnasts. Afr Med J 47: 480-485; Theintz GE, Howald H, Weiss U, Sizonenko PC, 1993 Evidence for a reduction of growth potential in adolescent female gymnasts. J Pediatr 122: 306-313; Theintz GE, Howald H, Allemann Y, Sizonenko PC, 1989 Growth and pubertal development of young female gymnasts and swimmers: a correlation with parental data. Int J Sports Med 10: 87_91.

Site Van Der Häägen Brazil
http://www.vanderhaagenbrazil.com.br
http://www.clinicavanderhaagen.com.br
http://www.crescimentoinfoco.com
http://www.obesidadeinfoco.com.br
http://drcaiojr.site.med.br
http://dracaio.site.med.br

Joao Santos Caio Jr
http://google.com/+JoaoSantosCaioJr

Video

Google Maps:
http://maps.google.com.br/maps/place?cid=5099901339000351730&q=Van+Der+Haagen+Brasil&hl=pt&sll=-23.578256,46.645653&sspn=0.005074,0.009645&ie =UTF8&ll=-23.575591,-46.650481&spn=0,0&t = h&z=17

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Sobre Dr.João Santos Caio Jr

Prof. Dr. JOÃO SANTOS CAIO JR. CRM 20611 Membro da SOCIEDADE BRASILEIRA DE ENDOCRINOLOGIA Membro da SOCIEDADE BRASILEIRA DE DIABETES Active Member Of The NEW YORK ACADEMY OF SCIENCES - USA Membro da AMERICAN ASSOCIACION FOR THE ADVANCEMENT OF SCIENCE - Washington - DC - USA ADA - AMERICAN DIABETES ASSOCIATION – USA Assessor Científico Externo Novartis Laboratories – Basiléia – Suíça MEMBRO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE CLIMATÉRIO Membro Master of Society for Endocrinology – London - UK HARVARD MEDICAL SCHOOL – Boston - USA - Continuoing Education Course JOSLIN MEDICAL CENTER - Boston - USA. COLÉGIO BRASILEIRO DE RADIOLOGIA – Osteoporose AMERICAN CHEMICAL SOCIETY- Columbus,OH USA Pesquisador Fase 4 – Laboratório Sandoz Pesquisador Fase 4 – Pindolol - Laboratório Sandoz Pesquisador Fase 4 – Fenil Pentol Brometo de Benectomio Laboratório Boehringer Ingelheim Pesquisador Fase 4 – Ciproteron Acetat – Laboratório Schering AG – com Professor J.P.Hamerstein – Universidade de Berlim - Alemanha Pesquisador Fase 3 – Nateglinida - Laboratório Novartis Pesquisador Fase 3 Nateglinida Metformina - Laboratório Novartis/2002 – Basiléia - Suíça MEDICINA OCUPACIONAL Médico do Trabalho da General Motors do Brasil – Setor de Montagem de Veículos Automotores – MVA – 1973/1976 Médico do Trabalho Responsável pelo trecho 15 Rodovia dos Imigrantes – Camargo Correia Médico do Trabalho Responsável pelo Laboratório Collins – 1976/1979 Médico do Trabalho Responsável pela Metalúrgica Vulcão - 1980 Médico do Trabalho Responsável pela Água Sanitária Super Globo – 1986 Diretor Científico de avaliação, prospecção e captação da bacia do Rio Piracicaba, área da Prefeitura de Itú – até 2001 – parte de meio ambiente. Livros e Trabalhos Científicos, e outros.
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